Nutrição Hospitalar Aplicada a UTI

Esta pós-graduação prepara os nutricionistas com um diferencial extremamente elevado e valorizado na sua carreira profissional, sendo essencial para garantir o resultado do tratamento clínico, impactando diretamente na vida dos pacientes críticos e com enfermidades agudas e crônicas. A capacitação do nutricionista para estabelecer e cumprir os protocolos de terapias nutricionais, é fundamental para as intervenções dos outros profissionais, sendo determinante para a manutenção e melhoria da qualidade de vida desses pacientes. O êxito do tratamento durante todo o período de internação dos pacientes nos diferentes estágios hospitalares, bem como incluindo a continuidade da assistência no âmbito domiciliar é uma necessidade real do mercado de trabalho.
Início:
Carga horária: 360 horas.
Dias, horários e frequência das aulas: Sábados e domingos de 08h às 18h uma vez por mês.
Material Didático: Enviado por e-mail pelo professor de cada módulo.
Certificado: Emitido pela FacRedentor após a conclusão e aprovação no curso.
Público-alvo: Profissionais formados em Nutrição que buscam ser referência no mercado de trabalho.
Investimento: R$150,00 (matrícula)
Mensalidade:
1x de R$6.500,00 (20% de desconto)
12x de R$612,00 (15% de desconto)
19x de R$430,00
24x de R$375,00
30x de R$320,00

Local: IESPE
Av. Rio Branco, 3.480, 3° andar - Alto dos Passos (prédio do Sírio Libanês)
Juiz de Fora, Minas Gerais - 36025-020
Telefone: (32) 3216-1224

Ementa

Bioquímica da Nutrição / fisiologia dos pacientes graves X desempenho dos nutrientes/metabolismo (20 horas)

  • Desnutrição hospitalar: Falência nutricional dos pacientes graves internados em UTI adulto, neonatal e/ou nas enfermarias. Desempenho de cada nutriente para contrapor a esta realidade hospitalar.
  • Qualificação das funções e de desempenho das proteínas: Caseinato de cálcio, proteína de soro de leite hidrolizado, albumina, proteína isolada de soja e peptidios.
  • Qualificação das funções e de desempenho dos aminoácidos: Glutamina, L-arginina, amino ácidos ramificados (BCAA), leucina e outros.
  • Qualificação das funções e do desempenho dos lipídios: Óleo de peixe, canola, soja, lecitina de soja, girasol, cacau, óleo de coco, óleo de cartamo, omega 3; omega 6, omega 9, TCM e outros.
  • Qualificação das funções e do desempenho dos glicídios: Amido de milho, xarope de milho, amido de tapioca, maltodextrina, frutose, sacarose, glicerol e outros.
  • Qualificação das funções e do desempenho das fibras: Soluveis e insolúveis, goma aguar, goma xantana, inulina, FOS, fibra de soja, formulas prébióticos, probióticos, simbióticos e outros.
  • Qualificação das funções e do desempenho das vitaminas: Vitaminas D, C, A, complexos B e outros.
  • Qualificação das funções e do desempenho dos minerais: Sódio, potássio, ferro, magnésio e outros: Qualificação das funções e do desempenho dos oligoelementos, selênios, cromo e outros.

Avaliação nutricional x limitação de aplicação em pacientes graves (20 horas)

  • Indicador de adequação de ingestão alimentar: Quais podem ser aplicados e quais precisam de adaptações à UTI
  • Indicador Antropométrico e físico: Quais podem ser aplicados e quais precisam de adaptações à UTI
  • Indicadores Bioquímicos: Quais podem ser aplicados e quais precisam de adaptações à UTI
  • Indicadores subjetivos: Quais podem ser aplicados e quais precisam de adaptações à UTI
  • Bio impedância: Pode ser usada? Limitações?
  • MAP: Pode ser usada? Limitações?
  • Calorimetria indireta: Pode ser usada? Limitações?
  • Avaliação Nutricional Sequenciada - O que é e por que esta ganhando espaço: Cálculo das necessidades nutricionais em paciente graves e acamados - fórmula de Chumlea, Harris Benedict, Regra de bolso, Rabitto, consenso de quais possuem melhor adaptação.
  • Exercício prático de Avaliação Nutricional.
  • Exercício prático de cálculo das necessidades nutricionais.

Dietas hospitalares: Oral, Enteral e Parenteral – Característica e composição nutricional (20 horas)

  • Dieta oral - característica de consistência e composição: líquida sem resíduo, líquida pastosa, pastoso homogêneo, branda e branda sem resíduo: Suplementos nutricionais - indicação e limitações de usos em pacientes de UTI. Critérios de acesso à dieta oral, indicações e contraindicações.
  • Dieta enteral: Dieta padrão, polimérica, oligomérica, hidrolisadas, osmolaridade e osmolaridade, imunomoduladores, hipoprotéica, hiperprotéicas.
  • Critérios para acesso da dieta enteral - indicações e contraindicações: Acesso naso enteral, naso gástrica, gastrostomia e jejum ostomia - indicações e limitações para pacientes de UTI. Protocolos de terapia nutricional na diarréia, vômito, intolerância a aumento de volume, bronco aspiração, jejum, constipação, hiperglicemia, isquemia mesentérica, refluxo, distensão abdominal, resíduo gástrico.
  • Dieta parenteral: composição 2 em 1, 3 em 1, emulsão de lipídeos, glicose, aminoácidos, vitaminas, minerais, emulsões, critérios de acesso, indicações e contraindicações: Protocolos nas intercorrências de hiperglicemia, hipercapnia, perda hidroeletrolítica, esteatose hepática, colestase, infecção do cateter, atrofia da mucosa intestinal. Translocação bacteriana.
  • Estudo de caso para definição de acesso à dieta oral, enteral ou parenteral.

Dietoterapia: Doença Cardiovascular / Hipertensão Arterial / Diabetes Mellitus (20 horas)

  • Fisiopatologia e Etiopatogênsese da Insuficiência Cardíaca – Escolha do método para avaliação Nutricional: Terapia nutricional de prevenção e de reparo ao grande catabolismo muscular. Terapia nutricional de prevenção da hiperglicemia e produção de corpos cetônicos. Terapia nutricional de prevenção ao aumento do metabolismo basal. Terapia nutricional de prevenção ao aumento do consumo de oxigênio e à hipoxia. Terapia nutricional de prevenção ao aumento do CO2, paciente em ventilação mecânica, diminuição da ventilação pulmonar, dispneia. Terapia nutricional de prevenção às alterações gastrointestinais com diminuição da absorção de nutrientes, desequilíbrio hidroeletrolítico, hipopotassemia, diminuição da motilidade, papel das fibras. Terapia nutricional para controle de líquidos, sódio e prevenção da anasarca. Exercício com caso clínico de insuficiência cardíaca.
  • Diabetes Mellitus Fisiopatologia e Etiopatogênsese – Escolha do método para avaliação nutricional: O tripé para controle da hiperglicemia na fase aguda: Fonte calórica e quantidade de calorias, insulinoterapia e vias de administração da dieta. Terapia Nutricional e recomendação nutricional de prevenção ou correção de distúrbio eletrolítico, cicatrização, infecções, hipoglicemia, cetoacidose, paresia gástrica. Tipos de insulina, sistema e mecanismos de ações. Hipoglicemiantes orais, tipos de sistema e mecanismos de ações. Papel das fibras nestes pacientes. Papel dos lipídios monoinsaturados e poli-insaturados. Recomendação nutricional e intervenção nutricional para confrontar as comorbidades crônicas de retinopatia, alterações vasculares e neuropatia.
  • Dietas dos pontos (carboidratos).
  • Exercício para conduta nutricional e cálculo de necessidades nutricionais.

Dietoterapia na Obesidade e Síndrome Plurimetabólica / Iniciação cientifica (20 horas)

  • Fisiopatologia e etiopatogênsese da obesidade e da síndrome plurimetabólica:
  • Escolha do método para avaliação nutricional.
  • Quais são as limitações da intervenção nutricional para o perfil destes pacientes com obesidade grave que requisita mais suporte ventilatório, mais dificuldade para desmame ventilatório, maior tempo de permanência em UTI, maior complicação respiratória / cardiovascular / renal além de maior mortalidade em UTI.
  • Quais métodos de avaliação nutricional são mais indicados para este paciente.
  • Qual recomendação nutricional na fase aguda. Qual forma de implementação da terapia nutricional. Quais critérios para iniciar a terapia nutricional.
  • Quais critérios para adotar dieta hipocalórica. Qual recomendação nutricional para fase crônica.
  • Exercício de terapia nutricional para obesos graves / estudo de caso.
  • Iniciação Científica 1° Modulo TCC: Princípios gerais do pensamento científico e seus derivados, conhecimento epidemiológico, métodos científicos qualitativos e quantitativos. Aplicação de estatísticas em estudos e interpretação de resultados.

Cirurgia Bariátrica / Cirurgia Cardíaca / Cirurgia Abdominal / Cirurgia Intestinal (20 horas)

  • Nutrientes essenciais para cicatrização: Quais são, limitações de aplicabilidade.
  • Arginina: tudo sobre este aminoácido - pró e contra, é viável em UTI?
  • Cirurgia bariátrica: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirurgia cardíaca: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirurgia buco maxilar: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirurgia do esôfago: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirugia do estômago: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirurgia do intestino delgado e intestino grosso: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirurgia do fígado: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirurgia do rim: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirurgia histerectomia: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirurgia da vesícula: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Cirurgia neoplásica: procedimento e terapia nutricional pré e pós cirurgia.
  • Fístula: terapia nutricional.
  • Ostomias: Colostomia, ostomia do estômago, traqueostomia-recomendações nutricionais.
  • Caso clínico – protocolos nutricionais pré e pós cirurgia neoplásica / fístula / cirurgia cardíaca / cirurgia intestinal.

Avaliação Nutricional e Dietoterapia em UTI Neonatal (20 horas)

  • Crescimento intrauterino: Fase importante desde a concepção até o nascimento.
  • Avaliação do recém-nascido: Indicador antropométrico e físico: Quais podem ser aplicados e quais precisam de adaptações à UTI neo: Indicadores Bioquímicos - Quais podem ser aplicados e quais precisam de adaptações à UTI neo.
  • Indicadores Subjetivos: Quais podem ser aplicados e quais precisam de adaptações à UTI neo.
  • Classificação de prematuros segundo OMS: Causas da prematuridade e relação com condição de saúde da mãe, ambiente de gestação e hereditariedade.
  • Suporte nutrição parenteral: Critérios de acesso (PICC - acesso periférico), composição nutricional, recomendações nutricionais, complicações, monitoramento.
  • Suporte nutricional mínimo (NEM): Critérios para início, protocolos da terapia, composição nutricional, recomendações nutricionais, complicações, monitoramento.
  • Suporte nutricional enteral: Critérios de acesso, protocolo de terapia nutricional, composição nutricional, recomendações nutricionais, complicações, monitoramento.
  • Acesso à dieta oral: Critérios de início, dieta ideal, dieta alternativa.
  • Excelência do leite materno - composição e propriedade nutricional, colostro, banco de leite, lactário.
  • Fórmulas lácteas no mercado: tipos, indicação, composição nutricional, fórmulas x leite materno, análise comparativo de qualidade nutricional.
  • Terapia Nutricional em neonato: Cólicas, constipação, regurgitações, obesidade, dermatite atópica, APLV, Doenças Metabólicas e inatas, Cardiopatas, Pneumopatas, Refluxo Gastro Esofágico, dietas de continuidades.
  • Gestação: Aspecto relevante na nutrição da gestante saudável e com comorbidade como diabetes / hipertensão / HIV positivo /desnutrição / obesidade.
  • Método canguru.
  • Terapia Nutricional: sepse e enterocolite necrosante – precocidade de intervenção nutricional.
  • Sistema de Monitoramento.
  • Estudo de caso clínico e exercício de intervenção nutricional.

Fisiopatologia e Dietoterapia no Câncer (20 horas)

  • Epidemiologia – Fisiopatologia e Etiopatogênsese do câncer.
  • Avaliação Nutricional – métodos atuais.
  • Impacto do tratamento: quimioterapia, radioterapia, cirurgia.
  • Estratégia nutricional: Tratar ou amenizar os efeitos do tratamento oncológico: consenso de recomendação nutricional ao paciente oncológico.
  • Nutrientes imunomoduladores, avaliar tipos de dietas e suplementos nutricionais.
  • Nutrientes antioxidante: limitações e viabilidade, intervenção nutricional e terapia no paciente portador de neoplasia maligna em câncer de: cabeça e pescoço, esôfago, estômago, intestino, fígado, pâncreas, útero, mama, próstata, câncer de pulmão e metástase. Intervenção nutricional e terapia no paciente portador de neoplasia hematológica e linfática: Mieloma múltiplo, linfomas de Hodgkin e não Hodgkin e leucemias.
  • Cuidados paliativos em paciente oncológico.
  • Estudo de caso clinico e exercício de terapia nutricional em câncer de intestino / em câncer de mama.

Terapia nutricional no paciente séptico, grande queimado e politraumatizado / TCC modulo II (20 horas)

  • Condição clínica e hemodinâmica do paciente séptico: Avaliação Nutricional e escolha da metodologia: quais as mais indicadas e por quê muitos não são aplicáveis.
  • Principais diretrizes nutricionais das organizações – DITEM / ASPEN E ESPEN.
  • Critérios de acesso e inicio da dieta: Características dos nutrientes, análise de eficiência dos nutrientes (ácido graxo poli-insaturados, glutamina, nucleotídeos, arginina, antioxidante e oligoelementos) para a terapia na fase aguda e na fase anabólica. Como manejar a concentração de eletrólitos, critérios de estimativas para necessidade calórica e protéica, intervenção nutricional como respostas às alterações metabólicas da glicose, lipídeos e proteínas, diminuição da imunidade e aumento das infecções.
  • Dinâmica da prescrição dietética e monitoramento do suporte nutricional.
  • Exercício prático de terapia nutricional em sepse / Estudo de caso: Nutrição em grandes queimados: avaliação nutricional - quais métodos indicados. Definição de acessos à dieta (oral, enteral ou parenteral), indicações e limitações. Precocidade da intervenção nutricional para minimizar os riscos de edema pulmonar, pneumonia, sepse e falência de múltiplos órgãos. Terapia Nutricional com dieta hipercalórica hiperprotéica é possível? Nutrientes essenciais para terapia nutricional e recomendações nutricionais.
  • Exercício prático de terapia nutricional em grande queimado / Estudo de caso: Nutrição em Pacientes Poli traumatizados: Avaliação nutricional - quais métodos indicados. Definição de acesso à dieta (oral, enteral ou parenteral), indicações e limitações. Precocidade da intervenção nutricional para minimizar os riscos da falência nutricional e complicações pulmonares. Terapia Nutricional com dieta hipercalórica hiperproteica é possível? Nutrientes essenciais para a terapia nutricional e recomendações nutricionais.
  • Exercício prático de terapia nutricional no paciente politraumatizado / Estudo de caso. 2° módulo do TCC: As 8 Fases de sistematização do cuidado nutricional e terapia nutricional - Ementa: Triagem do risco Nutricional: Instrumentos de triagem, recomendações e limitações. Níveis de assistência: Modelo de classificação de assistência, recomendações e limitações.
  • Avaliação do estado Nutricional e Metabólico - Método da história nutricional, método dietético, método antropométrico e de composição: Corporal, método do exame bioquímico, instrumentos integrados de avaliação do estado nutricional. Diagnóstico de nutrição: Definição do diagnóstico nutricional, padronização do diagnóstico nutricional. Intervenção e consolidação da terapia nutricional: planejamento da intervenção e execução da terapia nutricional. Monitoramento e acompanhamento: avaliações e intervenções. Gestão da assistência: Planejamento, indicadores, padrões, resultados. Comunicação: Padronização de anotações em prontuários, informações multidisciplinares, padronizações de conduta e protocolos.

Terapia nutricional nas doenças inflamatórias intestinais (20 horas)

  • Epidemiologia – etiologia e fisiopatologia das doenças intestinais: Doença de Crohn. Retocolite ulcerativa. Disbiose intestinal.
  • Avaliação e terapia nutricional: Correlacionar as doenças com as deficiência nutricionais resultantes e os mecanismos de cada deficiência: Perda de peso, hipoalbuminemia, anemia, balanço nitrogenado negativo, deficiências vitamínicas (A, B, D, E, K) e de minerais como ferro, cálcio, cobre, zinco, magnésio, redução da atividade de antioxidantes enzimáticos, dismutase do superóxido, catalase, peroxidase da glutationa) e não enzimáticos, perda de antioxidantes: vitaminas C, E, beta-caroteno, glutationa, taurina, desequilíbrio hidroeletrolitica, esteatorréia, deficiência de cálcio e B12. Recomendações nutricionais: Nutrientes imunomoduladores (viável na prática?). Probióticos / prebióticos / simbióticos.
  • Suporte nutricional oral com que critérios?
  • Dieta enteral ou parenteral critérios de inclusão ou exclusão.
  • Terapia nutricional em outras doenças: Gastrite erosiva, hérnia de hiato, refluxos, úlcera gástrica e intestinal, hemorroidas:
  • Caso clínico: Doença de Crohn / Retocolite ulcerativa / Disbiose intestinal.

Fisiopatologia das doenças renais: tratamento conservador e diálise (20 horas)

  • Doença renal aguda: Conceito, epidemiologia, etiopatogenia e fisiopatologia: Avaliação nutricional: quais são as metodologias mais preditivas e quais as mais limitadas. Terapia Nutricional para contrapor: alterações pró inflamatórias, pró oxidativas, hipercatabólica, hiperglicemia, hipertrigliceridemia, elevação da creatinina, desequilíbrio hídrico / eletrolítico e ácido base. Dieta hiperprotéica, normoprotéica ou hipoprotéica: qual usar? Por quê? Diálise: tipos e o poder depletivo deste procedimento, como manejar a dieta para contrapor este efeito nutricional indesejável na fase aguda.
  • Insuficiência renal crônica pré dialítica fisiopatologia:
  • Avaliação nutricional: quais são as metodologias mais preditivas e quais as mais limitadas. Recomendação nutricional, controle e monitoramento dos nutrientes nesta fase: ênfase em proteína, oferta calórica, hidratos de carbono, tipos de lipídeos, sódio, potássio, fósforo, zinco, ferro, cálcio, fibras, vitaminas e magnésio: Insuficiência renal crônica fase dialítica fisiopatologia (Avaliação nutricional: quais são as metodologias mais preditivas e quais as mais limitadas. Diálise: tipos e o poder depletivo deste procedimento, como manejar a dieta para contrapor a este efeito nutricional indesejável na fase crônica. Recomendação nutricional, controle e monitoramento dos nutrientes nesta fase: ênfase em proteína, oferta calórica, hidratos de carbono, tipos de lipídeos, sódio, potássio, fósforo, zinco, ferro, cálcio, fibras, vitaminas e magnésio).
  • Estudo de caso na dietoterapia renal na fase aguda / dietoterapia renal na fase pré dialítica / dietoterapia renal na fase dialítica.

Doenças neurológicas e Transtornos alimentares (20 horas)

  • Epidemiologia, fisiopatologia e etiopatogenia das doenças neurológicas.
  • Avaliação nutricional aplicável aos pacientes com doenças neurológicas: Nutrientes essenciais para prevenção (estudo baseado em evidências). Terapia nutricional em alzheimer e critérios de acesso à dieta oral, enteral ou parenteral. Terapia nutricional no doente com AVC e critérios de acesso à dieta oral, enteral ou parenteral. Terapia nutricional na doença de Parkinson e critérios de acesso à dieta oral, enteral ou parenteral. Nutrição preventiva na esclerose múltipla, neuropatia e miopatia. Manejo da dieta nas convulsões.
  • Caso clinico e exemplo de terapia nutricional no Mal de Parkinson e no Alzheimer.
  • Transtornos alimentares: Aspecto multiprofissional da terapia nutricional: Terapia nutricional nas anorexias / bulimias / compulsões alimentares e obesidades.
  • Recursos das dietas e de suporte nutricional oral, enteral ou parenteral – quando decidir sobre a introdução destes recursos.
  • Caso clínico e exemplo de terapia nutricional em anorexia.

Fisiologia, fisiopatologia nas doenças hepática / interações medicamentosas (20 horas)

  • Fisiologia, fisiopatologia e etiopatogenia nas doenças hepáticas: Avaliação Nutricional quais são aplicáveis? Terapia Nutricional nas Hepatites: A, B,C e álcoolicos. Terapia Nutricional na Esteatose hepática. Terapia Nutricional na Cirrose alcoólica e não alcoólica (Efeito do álcool sobre o metabolismo. Manejo Nutricional nas ocorrências de ascite, encefalopatia hepática, hipertensão portal, peritonite bacteriana espontânea (PBE), icterícia). Terapia nutricional na insuficiência hepática. Fibrose Cística: Manejo nutricional / Colestase: manejo nutricional.
  • Medicamentos: Conceito e Legislação sobre cuidados no uso de medicamentos. Grupo / Classificação de medicamentos / tratamento oncológico / tratamento das neuropatias / antibióticos / feridas: Interação Fármaco x Fármaco / Interação Fármaco x Nutriente. Efeitos indesejáveis de procedimentos medicamentosos em UTI adulto, neonatal, transplante e principais doenças.
  • Estudo de caso / exercício prático de terapia nutricional em cirrose descompensada.
  • Estudo de caso / exercício de interações medicamentosas com nutrientes.

Crianças, adolescentes e idosos / TCC Modulo III (20 horas)

  • Aspecto relevante das metodologias de avaliação para crianças, adolescentes e idosos - as diferenças mais significativas nas doenças graves: Aspecto relevante das recomendações nutricionais para crianças, adolescentes e idosos – as diferenças mais significativas nas doenças criticas. Terapia Nutricional nas doenças graves mais significativas que acometem as crianças, adolescentes e idosos.
  • Estudo e exercício de dietas para criança, adolescente e idoso nas doenças graves.
  • 3° Modulo TCC: Construção prática do fluxo do processo do mapa de processo, do sipoc, do sistema de avaliação através dos indicadores. Benchmarking (visitar um hospital para consolidação das práticas e avaliação das rotinas consideradas na sistematização dos cuidados de terapia nutricional).

Multidisciplinaridade (20 horas)

  • O papel da enfermagem no procedimento de terapia nutricional e suas interações na UTI adulto e UTI neonatal - professor enfermeiro.
  • Contas hospitalares professor auditor de contas hospitalares.
  • O papel da fisioterapia no procedimento de terapia nutricional e suas interações na UTI neonatal e UTI adulto - professor fisioterapeuta.
  • O papel da fonoaudióloga no procedimento de terapia nutricional e suas interações na UTI neonatal e UTI adulto - professor fonoaudiólogo.

Vigilância sanitária / Processo de acreditação (20 horas)

  • Requisitos da vigilância sanitária para serviços de alimentação hospitalar: Estrutura mínima para assistência nutricional (físico, metodológico e pessoal). RDC’s e requisitos da ANVISA para equipe multidisciplinar de terapia nutricional. Conceito de acreditação hospitalar, requisitos da organização nacional de acreditação I, II e III. Mapa de processo, mapa de riscos e gestão de riscos.
  • Ferramenta de qualidade conceito, característica e aplicação prática de: A voz do cliente, pdca, sipoc, espinha de peixe, estudo de causa e efeito, processos, diagrama de pareto, mapa de processo, fluxo de processo e indicadores.
  • Processo assistencial de nutrição acreditações e auditorias: Fluxos de assistência nutricional e evidências importantes para demonstração de desempenho do serviço em auditorias. Conceito de qualidade, indicadores plano de ação, metas, análise crítica e excelência de qualidade. Auditorias de 1° parte, auditoria de 2° parte, auditoria de 3° parte, papel do auditor e relatório de auditoria.
  • Exercício prático / estudo de assistência nutricional de uma instituição para auditar o desempenho da assistência nutricional conforme critérios de acreditação.

Terapia Nutricional em transplante de órgãos / Home Care (20 horas)

  • Transplante - características dos procedimentos e requisitos nutricionais: Avaliação da condição nutricional pré transplante (fisiopatologia e recomendações nutricionais em transplante de Medula, Rim, Fígado). Terapia Nutricional em transplante de Medula, Rim, Fígado.
  • Estudo de caso clínico: Transplante de Medula/rim /fígado.
  • Home Care terapia nutricional: Aspectos da terapia nutricional na alta do paciente das UTIS para as enfermarias. Avaliação nutricional na alta do paciente / Discutir as orientações de alta hospitalar para nutrição oral, enteral e parenteral. Apresentar os conceitos da atenção domiciliar.
  • Riscos da contaminação em nutrição enteral domiciliar: Identificar os cuidados de enfermagem na terapia nutricional domiciliar. Fórmulas: composição dos nutrientes das dietas enterais industrializadas e artesanais para terapia nutricional domiciliar. Discutir as vantagens e desvantagens da dieta enteral industrializada e artesanal. Sistema de monitoramento nutricional domiciliar.
  • Estudo de caso de atenção nutricional domiciliar.

Dietoterapia na doença pulmonar: DPOC, Doença autoimune, alergia e intolerâncias alimentares (20 horas)

  • Epidemiologia, fisiologia e etiopatogenia das doenças pulmonares: Escolha da metodologia para avaliação nutricional / Risco de falência do estado nutricional / recomendação nutricional / Interferência da ventilação mecânica / Nutrientes Essenciais. Terapia Nutricional: DPOC, Pneumonia bacteriana e aspirativa e tuberculose.
  • Caso clinico - DPOC.
  • Doenças autoimunes: Fisiopatologia e Terapia nutricional: Artrite Reumatoide, Tireoidite de Hashimoto, síndrome de Guillan Barret e Anemia Hemolítica.
  • Caso clínico Guillan Barret.
  • Alergias e intolerância alimentar conceitos: Terapia Nutricional nas alergias ou intolerância a lactose. Terapia Nutricional nas alergias ou intolerância ao glúten/doença celíaca. Caso clínico (terapia nutricional nas alergias ou intolerância ao glúten).

Autorizado pelo MEC

 

 

Justificativa:

Os pacientes gravemente enfermos internados na UTI adulto, neonatal, enfermarias e ambulatórios, devem receber cuidados urgente e extremamente individualizado de caráter multidisciplinar em razão da fragilidade do seu estado clínico e catabólico, que está ligado ao risco nutricional e à possibilidade de falência eminente dos seus órgãos e, quanto mais precoce acontecerem as intervenções de cada profissional, incluindo o nutricionista, maiores serão os benefícios alcançados no controle e na evolução da gravidade da doença.
Esta pós-graduação prepara os nutricionistas com um diferencial extremamente elevado e valorizado na sua carreira profissional, sendo essencial para garantir o resultado do tratamento clínico, impactando diretamente na vida dos pacientes críticos e com enfermidades agudas e crônicas.
A capacitação do nutricionista para estabelecer e cumprir os protocolos de terapias nutricionais, é fundamental para as intervenções dos outros profissionais, sendo determinante para a manutenção e melhoria da qualidade de vida desses pacientes. O êxito do tratamento durante todo o período de internação dos pacientes nos diferentes estágios hospitalares, bem como incluindo a continuidade da assistência no âmbito domiciliar é uma necessidade real do mercado de trabalho.

 

Objetivo:

Capacitar o nutricionista através de seu aperfeiçoamento técnico e científico com foco na prática profissional, proporcionando conhecimento e habilidades que o permitirão melhorar sua atuação no universo hospitalar com ênfase em pacientes críticos (UTI) adulto e neonatal, bem como os pacientes internados nas enfermarias e ambulatórios.
São pontos fundamentais do nosso curso: Ações como avaliar os requisitos para interações multidisciplinares, ferramentas para monitoramento da eficácia das intervenções nutricionais, principais dietas para suporte nutricional e o manejo das dietas de acesso oral, enteral e parenteral. Também é muito importante nesta pós-graduação o planejamento de ações dentro e fora do ambiente hospitalar, prescrição e controle dos protocolos nutricionais de forma individualizada no sistema de home care.

 

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

O aluno poderá escolher entre dois modelos:

  • Artigo científico.
  • Relatório da prática profissional.

 

Coordenação:

Augusto Gonzalez Martinez

Graduado em Nutrição pela universidade federal de viçosa UFV | Especialista em Nutrição Clinica pela Universidade São Camilo | Experiência de gerenciamentos de serviços de alimentação e nutrição hospitalar | Capacidade para estruturar SND de hospitais para atender as exigências de órgão acreditadores de excelência e qualidades | Habilidades para orientar protocolos de assistência nutricional de acesso a dietas oral , enteral e parenteral | Conhecimentos para orientar sistema de monitoramentos para eficácia de assistência nutricional hospitalar e de home card | Experiência em docência para estruturar e ministrar cursos e matérias de cursos de graduação e pós - graduação em serviços de alimentação e Nutrição clinica.

Claudia Assis Costa

Graduada em Nutrição pela Universidade Presidente Antônio Carlos em 2008 | Especialista em Nutrição Clínica Enteral e Parenteral pelo GANEP | Especialista em Nutrição Clínica Funcional pela VP | Atua como nutricionista clínica em hospital há sete anos, com trabalho específico em Unidades de Terapia Intensiva | Atendimento domiciliar de pacientes críticos, bem como atendimento em consultório com Nutrição Funcional e Dietoterapia.

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Categorias: nutrição, uti